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Bruno Zampier » le monde diplomatique
22/09/2009 – 23:36

le monde diplomatique

eu costumo indicar, até por ser leitor, o periódico “le monde diplomatique brasil” para meus alunos, principalmente para aqueles que além de fazer provas de atualidades, desejam aprimorar seu juízo crítico!

porém, a edição deste mês trás uma série de artigos nos quais se discute, apenas, o fator positivo da descriminalização do uso e, pelo que entendi, também do comércio de drogas.

esta discussão tem ganhado os meios de comunicação, principalmente quanto ao uso, sobremaneira após declarações feitas pelo ex-presidente FHC.

desnecessário eu tecer novamente minha opinião sobre o tema. porém, sinto-me no dever de alertar sobre a série de argumentos falaciosos utilizados nos artigos escritos;

- em algumas passagens um dos autores afirma que o que financia o tráfico de drogas não é o usuário, mas sim a proibição ao tráfico. então quer dizer que se legalizar o comércio, quem o financiará será a legalização e não o usuário… ah tá.. entendi…

- o proibicionismo falhou – o consumo aumentou – então quer dizer que se liberar o consumo irá reduzir???? usar argumento de que na Holanda, onde o uso é liberado, registra-se um dos menores percentuais de usuários da Europa é no mínimo argumento que denota o desconhecimento ou acobertamento intencional da realidade brasileira. tenho uma opinião definitiva acerca de comparações, em qualquer campo - para usar exemplos de outros países devemos sempre trazer nações que possuem os mesmos graus de desenvolvimento que o Brasil.

- alguns defenderam a total descriminalização do uso, e não apenas a despenalização trazida na lei 11.343/2006 (proibicionismo moderado) – peraí, não há como defender a descriminalização do uso sem se falar em regularização do mercado de drogas. seriam condutas, no mínimo, contraditórias!

- de onde viria a cocaína se houvesse a liberação do uso? claro, dos países andinos, onde o cultivo e venda, ao menos pelas disposições legais ali vigentes, são ilegais. ou seja, estaríamos fomentando o tráfico ilegal em outras regiões do planeta! quando estive na Holanda, a pergunta que não saia da minha cabeça era exatamente esta: de onde vem esta droga que está sendo consumida legalmente aqui?

- ao falar de traficantes, mantém-se a figura romântica e às vezes sensacionalista do bandido carioca, favelado, imortalizado no cimema nacional. será que com a legalização do mercado de drogas, estes sujeitos iriam dizer: “ah, agora irei procurar um emprego decente, mudarei de vida, etc…”. obviamente que não! iria migrar sua atividade criminosa; roubo a banco, sequestro e até mesmo manutenção do próprio tráfico, já que a liberalização imporia limites à comercialização.

minha tristeza ao ler estes artigos foi ver um jornal que eu reputava com uma linha editorial bastante interessante defender claramente um posicionamento, sem ao menos dar espaço para que posições em contrário gozassem de idêntica abertura.

não houve incentivo ao debate e ao pensamento! senti uma tentativa de se empurrar garganta abaixo quase uma “necessidade” de descriminalização!

ao meu ver não há como se falar em descriminalização de uso de drogas no Brasil e muito menos do comércio dessas, enquanto não se trabalhar como questão de política pública a diminuição dos fatores de vulnerabilidade e o incremento dos fatores de proteção!!! ausência da figura paterna, da família, de educação, informação, da igreja, de oportunidades, dentre outros! como trabalhar estes fatores; esta sim deve ser a discussão! enquanto não se colocar isto como pauta principal, vazia será a eterna polêmica sobre a legalização!

le monde, meus sentimentos por ter omitido espaço não apenas aos que defendem ainda o sistema proibicionista, bem como àqueles que se dedicam à análise aprofundada dos fatores de vulnerabilidade e dos fatores de proteção, cerne da questão das drogas!

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